Texto de Marina Zenga Carrenho 9 anos
Hoje à noite assisti a um programa chamado "Baleias de Monterey", onde vi em média 40 baleias orcas atacando um filhote de baleia cinzenta. Quando sua mãe viu que ele estava sendo atacado, ela nadou até ele a fim de salvá-lo.
Parecia que ele não tinha tinha chance...
As orcas queriam ensinar os jovens de seu grupo a caçar e depois comê-lo.
Durante 5 horas a mãe estava tentando proteger ele, e chegou a colocá-lo em cima de sua barriga, mas assim ela não poderia respirar.
Apareceram milhares de chances da mãe escapar, mas ela não queria deixar seu filhote morrer sem ela tentar.
Finalmente, depois de tanto tempo, as orcas pararam de atacar, pois a mãe tinha arrastado o filhote até18 metros de profundidade, altura que as orcas não suportam.
Quero guardar essa história para quando estiver desistindo de algo!
Veja que mesmo que o seu filhote só tivesse 2% de chance de escapar, ela não desistiu, ela lutou até o fim e conseguiu um ótimo resultado.
Nunca desista!
| Baleia cinzenta com seu filhote |
Que Deus nos dê esta coragem e ousadia para lutar em favor de nossos filhos, pra honra e glória do Senhor! Amém!
Por Daniella Z. Carrenho
Marina, que história linda! Que todas as mães do mundo possam assim como a mamãe baleia, nunca desistir de seus filhos.
ResponderExcluirAmém.... que lindo testemunho este!!! Obrigada por compartilhar!
ResponderExcluirMarina,
ResponderExcluirVoce jã mostra que tem um dom: de pegar algo e captar emoçôes e transmiti-las!! Amei seu texto e a sua visão.
Oro para que Deus te mantenha assim!!!
E que voce não fique muito melecada com a baba dos seus pais!!! Saudades!
Tia Carmen
Obrigada meninas! Fiqeui mesmo muito orgulhosa da Marina! Ela leu todos os comentários e ficou muito feliz e entusiasmada para escrever mais! Que esse dom possa ser desenvolvido a cada dia, com a sabedoria de Deus! beijos
ResponderExcluirDani Carrenho
Gostei muito mesmo do seu texto Marina. Continue cultivando esse talento que Deus que lhe deu, pois seu texto abençoou muitas pessoas hoje. Posso lhe dizer que fui uma delas. Obrigada e um grande beijo.
ResponderExcluirAna Lucia Bedicks